[Refrão] Pus a escrita em dia Fiz o que devia Pus nessa obra o meu mundo E aquilo que eu queria Essa dor que me era incompreendida Passou de inimiga a companhia amiga Fui a esse fundo e no fundo levantei Fui de defunto a aluno com o que errei Larguei o escudo e me aproximei Aceitei a sombra sem qualquer desdém [Verso 1] Expus ao erro, expus à falha Ao ridículo de quem julgava Jugular ingurgitava com o esforço em questão Ignorei o joco em causa, antеs Joker que essa pausa Prеfiro louco à robotização Tens 28 bom trabalho, tens um rumo já traçado Bem criado e boa fundação Foste aluno dedicado, devias pensar no legado Ter família seguir tradição Mas não quero uma recta longa (não não) Guio melhor sem essas lombas (então) Atrás das subidas as sombras (ascensão) Seguem as descidas sem conta (aceitação) Prefiro esse rumo errático Não tácito, nem táctico Sou plástico e elástico na percepção No papiro sou escolástico, nas rimas sou monástico Fico espástico e fanático pela imaginação Faltou-me a minha serotonina Fui sujeitado a forjar a mina Mas à terceira já a queda se avizinha Descobri esse reflexo de caneta e dopamina Dopo a minha consciência bem ciente dessa sina Limo arestas, fecho as brechas com as letras destas rimas Contemplei, um tempo sem lei Templo sem senso em que em tempos orei Agora era o rei, hora em que cheguei Chegava de achegas aos cegos senseis Apontei com a escrita a quem discrimina A ponta da espada pronta para a esgrima Aprontei a marcha, a maquinaria Ajudei a despertar a mente vizinha Nadei em círculos com essa estrela lá em cima Cuja música ilumina quando o mar mais negro fica Rompi desse casulo, e a luz, quase ceguei Metamorfose ambulante, dispo o manto e atirei Senti-me fascinado pelas asas que encontrei Mas no fundo já as tinha e sem vento eu voei [Refrão] Pus a escrita em dia Fiz o que devia Pus nessa obra o meu mundo E aquilo que eu queria Essa dor que me era incompreendida Passou de inimiga a companhia amiga Fui a esse fundo e no fundo levantei Fui de defunto a aluno com o que errei Larguei o escudo e me aproximei Aceitei a sombra sem qualquer desdém Círculo aberto, círculo fechado Círculo aberto, círculo fechado Círculo aberto
Read the complete lyrics to "Epílogo" by E.se from the album "Serotonina" in 2021. On Lyrks you can follow along with the full text, explore the artist's discography, and discover related songs. The track is often categorized under Portugal, Em Português, Rap.
"Epílogo" is performed by E.se. from the album "Serotonina" in 2021 This page provides the full lyric text for fans who want to sing along, study the songwriting, or compare versions across releases. Lyrks organizes lyrics by artist and song slug so you can bookmark and share a stable URL.
Music lyrics help listeners connect with emotion, narrative, and rhythm in a track. Whether you are learning English, researching a favorite chorus, or preparing for karaoke, having accurate line breaks and section labels (verse, chorus, bridge) makes the experience easier. We link to the official artist profile on Lyrks where available, including biography snippets, top songs, and chart placements when we have that data.
If you enjoy "Epílogo", explore more songs by E.se using the links below. Chart and trending pages on Lyrks highlight what listeners are searching for this week. For copyright or correction requests, see our DMCA and contact pages.
"Epílogo" is credited to E.se. Songwriting credits may include additional writers listed on the release; check the credits section on this page for linked collaborators.
"Epílogo" appears on "Serotonina" in 2021.
Visit the E.se artist page at /artist/ese for biography, popular tracks, and links to more lyric pages.