Intro:
\nEu tenho pensado demais, então diz-me
\nSe aquilo que eu tenho pensado faz sentido...
\nEu não sei, mas eu tenho tentado encontrar um motivo
\n
\nEu tento não pensar demais, não consigo...
\nParece que tenho algo a falar-me ao ouvido
\nEu não sei, o que me tem tentado derrotar num motim
\n
\nE quando olho para cima não me diz nada
\nE sei que se olhar para baixo também não diz
\nTento pensar naquilo que fiz mas eu não fiz nada
\nExiste aqui algo que não condiz, eu não 'tou fixe
\n
\nE quando olho para cima não mе diz nada
\nE sei que se olhar para baixo também não diz
\nTеnto pensar naquilo que fiz mas eu não fiz nada
\nExiste aqui algo que não condiz, eu não 'tou fixe
\n
\nEu penso e penso e não encontro um motivo
\nMas por algum estou a sofrer um castigo
\nEu não sei, mas eu tenho tentado empatar o meu fim...
\n
\nPorque eu não quero que ele chegue, eu não quero que ele chegue...
\nPorque eu não quero que ele chegue, eu não quero que ele chegue...
\nPorque eu não quero que ele chegue, eu não quero que ele chegue...
\nAhh eu não quero que ele chegue, eu não quero que ele chegue...
\n
\nSkit:
\nÀs vezes, é melhor dar um passo atrás para apreciar o que conquistaste
\n
\nRefrão:
\nPor vezes é preciso dar um passo atrás
\nQue é pa' depois poder dar 500 à frente!
\nMeu mano, às vezes o melhor é afastar
\nPa' conseguir uma perpetiva diferente!
\n
\nTu vais cruzar-te com pessoas que vão-te olhar nos olhos
\nE dizer na tua cara que o mérito não é teu...
\nEles dizem "mano, não baixes a tua cabeça!"
\nEu baixo só pa' passar por aqueles a quem a inveja bateu...
\n
\nVerso 1:
\nOk, meu mano, já entenderam que a tua tropa domina
\n'Tá na hora de seguir em frente e mudar a cantiga
\nTanta versatilidade mencionada noutros tempos...
\nTanta versatilidade e "vira o disco e toca o me'mo"
\n
\nMas não pensem que por eu 'tar a refletir
\nEu vou 'tar a denegrir tudo aquilo que eu já fiz...
\nA verdade é que faz parte do caminho
\nO chamado "evoluir", e tentar não ter chatices...
\n
\nSê bem vindo ao meu casulo...
\nÉ aqui que eu 'tou a desenvolver!
\nA tentar resolver a minha vida sem ter que pegar num revólver
\nA usar a criatividade do puto que eu era pa' mais tarde lha devolver!
\n
\nMano, eu vou converter em guita e palcos
\nPa' garantir que todos os meus ficam intactos!
\n'Tou a caminhar sobre vidro em cacos
\nSó pa' vos mostrar que eu superei divindades
\n
\nSe eu perguntar a mim próprio de há uns anos atrás
\nEu sei que ele vai responder que eu hoje sou o meu ídolo!
\nMato qualquer um no meu caminho, por isso é que eu vim de luto
\nManos 'tão a tentar vir colar pa' ter um vínculo
\n
\nEles não sabem a facilidade com que eu brinco com esses manos
\nFaço deles fantoches, ventríloquo
\nEu trouxe uma explosão para essa merda e assim que eu fi-lo "boom, boom"!
\n
\nRefrão:
\nPor vezes é preciso dar um passo atrás
\nQue é pa' depois poder dar 500 à frente!
\nMeu mano, às vezes o melhor é afastar
\nPa' conseguir uma perpetiva diferente!
\n
\nTu vais cruzar-te com pessoas que vão-te olhar nos olhos
\nE dizer na tua cara que o mérito não é teu (se não é meu, é de quem?)
\nEles dizem "mano, não baixes a tua cabeça!"
\nEu baixo só pa' passar por aqueles a quem a inveja bateu...
\n
\nBridge:
\nBada, bada, badaba, ba ba ba
\nBada, bada, bada, badaba, ba ba ba
\nBada, bada, bada, badaba, ba ba ba
\nBada, bada, bada, bada...
\n
\nVerso 2:
\nMoral da história é que eu caminho pa' singrar
\nE olha que é moral da história desde que eu 'tou a narrar!
\nA atirar-me de cabeça e a tentar não marrar
\nEu só não quero ser mais um peixe que 'tá aqui a nadar...
\n
\nMano, o objetivo é chegar lá no topo
\nPoder dizer com orgulho "mano, eu já não 'tou broke"
\nNos jantares de família vou ser o assunto
\nE colher os frutos que todo o meu esforço der!
\n
\nE eu 'tou a fazê-lo p'ra proporcionar uma vida nova...
\nFalsos pedem favores, "I can't do now" tipo Kidonov
\nP'ra mim música é tipo vida ou morte
\nVim pa' ser uma luz no céu tipo aquela que finda ao norte!
\n
\n'Tão esqueçam tudo aquilo que já ouviram
\nEssa merda é escrita pura pa' todos os que duvidam...
\nAinda não viram aquilo que eu faço mas eles virão
\nSó não julguem ações que eu não prometo que não firam\n\n